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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Debate Quinzenal

O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu hoje no Parlamento que nunca pensou demitir-se, afirmando que não vira a “cara à luta” e está no Governo para cumprir o seu “dever”.  “Nunca virei a cara à luta e nunca me passou pela cabeça qualquer intenção de me ir embora. Nunca, em nenhuma circunstância. Pelo contrário, estou aqui para cumprir o meu dever”, afirmou José Sócrates.  O primeiro-ministro falava na sua intervenção final durante o debate quinzenal no Parlamento, recordando a exortação do líder do CDS-PP, Paulo Portas, no debate do Estado da Nação, em Julho, para que se demitisse. Esta tarde, no Parlamento, José Sócrates disse que o debate quinzenal de hoje ficou marcado pela hesitação e tabu da oposição em torno da aprovação do Orçamento do Estado para 2011.  “Infelizmente, acho que este debate fica marcado por uma certa hesitação e por um certo tabu à volta da posição do maior partido da oposição. Eu espero que eles se decidam rápido porque o país precisa de reforçar a sua confiança internacional em matéria de estabilidade política”, afirmou.  José Sócrates sublinhou novamente que “o mais importante é que todos os políticos contribuam para aquilo que é o objectivo essencial do país: reforçar a credibilidade e a confiança internacional em Portugal”.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Isto vai ser bonito!

O Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos vai ser pressionado a adoptar mais medidas de austeridade para o Orçamento do Estado de 2011 durante a reunião com os ministros das finanças da União Europeia (Ecofin), marcada para esta quinta-feira, avança a agência de notícias Reuters, que cita três fontes anónimas. Estas mesmas fontes afirmam que esta pressão deve-se, em parte, ao nervosismo patente nos mercados da dívida. No entanto, deverão aplica-se apenas no orçamento de 2011 – “Estão a preparar o orçamento para 2011 e por isso serão dadas recomendações no sentido de que o documento deverá ter não só uma componente de consolidação orçamental, mas também uma componente de reformas estruturais,” disse uma das fontes à Reuters.

domingo, 26 de setembro de 2010

A inconsciência em Portugal

O antigo presidente da República não acredita que Passos Coelho vá impedir a aprovação do orçamento de Estado, pois defende que «só um inconsciente quererá ser primeiro-ministro nesta altura». «O próprio Passos Coelho tem dito sempre, e é uma forma de inteligência que ele tem demonstrado, que a situação neste momento se houvesse mudança de Governo seria ainda mais catastrófica», afirmou Soares, em entrevista à TSF. «Só um inconsciente quererá ser primeiro-ministro nesta altura, quer em Portugal, quer na Espanha, quer em França», acrescentou. Para o antigo chefe de Estado, a postura de Passos Coelho explica-se porque «faz parte da oposição criticar», mas Soares acredita que «no momento final», o líder do PSD chegará a um entendimento com José Sócrates.

Regresso do Portugal Politics

Bem-vindos ao novo Portugal Politics.
Queria desde já, dar as boas-vindas a todos os nossos visionadores e apreciadores.
Passamos tempos díficeis, o Orçamento de Estado para 2011, a Revisão Constitucional, as eleições presidências de 2011, o desemprego entre outras coisas. Queremos continuar o nosso trabalho dando a conhecer Portugal como a nossa nova secção de anunciação das mais belas cidades Portuguesas.
Temos de ter esperança de um futuro melhor, temos de acreditar que daqui a alguns anos podemos ser um exemplo para o mundo. O mais importante é ter fé.
Muito Obrigado pela vossa atenção.
Com os meus melhores cumprimentos
O director do Portugal Politics: Ricardo Mota

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

PS vai expulsar militantes


A Comissão Nacional de Jurisdição do PS determinou na passada quinta-feira a expulsão de todos os militantes que se candidataram contra as listas do partido nos distritos do Porto, Coimbra e Bragança, escreve hoje o ‘Publico'. Narciso Miranda, que está no PS há trinta anos, terá de abandonar as fileiras do PS, assim como mais de cem militantes, dos quais 80 são relativos a militantes da concelhia de Matosinhos. Em declarações ao´Publico', Narciso Miranda afirma que "se isso aconteceu, o passo seguinte é o recurso para os tribunais civis". "Mas eu não acredito que seja verdade", sublinhou. O histórico socialista garantiu nunca "ter sido ouvido nem notificado para nada", mas o´Publico' avança que durante o processo de inquérito todos os militantes abrangidos por esta decisão receberam nota de culpa com prazos para apresentarem a sua defesa.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Guarda, A cidade dos 5 Éfes.

Guarda é conhecida como a cidade dos 5 Éfes. São eles os de Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa. A explicação destes efes tão adaptados posteriormente a outras cidades é simples:
1. Forte: a torre do castelo, as muralhas e a posição geográfica demonstram a sua força;
2. Farta: devido à riqueza do vale do Mondego;
3. Fria: a proximidade à Serra da Estrela explica este F;
4. Fiel: porque Álvaro Gil Cabral – que foi Alcaide-Mor do Castelo da Guarda e trisavô de Pedro Álvares Cabral – recusou entregar as chaves da cidade ao Rei de Castela durante a crise de 1383-85. Teve ainda Fôlego para combater na batalha de Aljubarrota e tomar assento nas Cortes de 1385 onde elegeu o Mestre de Avis (D. João I) como Rei;
5. Formosa: pela sua natural beleza.
Nos primeiros séculos da romanização da Península Ibérica habitavam a região da Guarda povos lusitanos. Entre os quais os Igaeditani e os Lancienses Oppidani. Durante muito tempo os historiadores julgaram que a civitas Igaeditanorum (Egitânia) se localizava na Guarda mas mais recentemente chegou-se à certeza que tal localização era em Idanha-a-Velha. Daqui que o gentílico de egitanienses se enraizou. No entanto, se a Guarda não tivera sido Egitânia, teria sido o que então? Confinando com os terrenos dos Igaeditania, a norte estavam os dos Lancienses Oppidani cuja capital, a civitas Lancia Oppidana, foi referida a curta distância da actual localização da Guarda. Esta teoria foi defendida acerrimamente pelo General João de Almeida (influente militar português, herói das campanhas de África, natural da Guarda), o que levou alguns críticos a menosprezá-la, no entanto, todas as pesquisas seguintes indicam a sua veracidade. Já o nome de Guarda terá sido uma derivação de um castro sobranceiro ao Rio Mondego, o Castro de Tintinolho, identificada como a Ward visigótica.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vila Real, O distrito das Planícies do Norte

A região de Vila Real possui indícios de ter sido habitada desde o paleolítico. Vestígios de povoamentos posteriores, como o Santuário Rupestre de Panóias, revelam a presença romana. Porém com as invasões bárbaras e muçulmanas verifica-se um despovoamento gradual. Nos finais do século XI, em 1096, o conde D. Henrique atribui foral a Constantim de Panóias, como forma de promover o povoamento da região. Em 1272, como novo incentivo ao povoamento, atribuiu D. Afonso III foral para a fundação — sem sucesso — de uma Vila Real de Panoias, que alguns autores[4] defendem ter sido prevista para um local diferente do actual (provavelmente o lugar da Ponte na freguesia de Mouçós). Somente em 1289, por foral do rei D. Dinis, é fundada efectivamente a Vila Real de Panóias, que se tornará a cidade actual. No entanto, ao que parece,[4] já em 1139 se chamava «Vila Rial» ao promontório onde nasceu a Vila Real actual, na altura pertencente à freguesia de Vila Marim. A localização privilegiada, no cruzamento das estradas Porto-Bragança e Viseu-Chaves, permite um crescimento sustentado. A presença, a partir do século XVII, da Casa dos Marqueses, faz com que muitos nobres da corte também se fixem. Facto comprovado pelas inúmeras pedras-de-armas com os títulos de nobreza dos seus proprietários que ainda hoje se vêem na cidade. Com o aumento da população, Vila Real adquiriu, no século XIX, o estatuto de capital de distrito e, já no século XX, o de capital de província. Em 1922 foi criada a diocese de Vila Real, territorialmente coincidente com o respectivo distrito, por desanexação das de Braga, Lamego e Bragança-Miranda, e em 1925 a localidade foi elevada a cidade. Conheceu um grande incremento com a criação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em 1986 (embora esse já viesse a acontecer desde 1979, com o Instituto Universitário de Trás-os-Montes e Alto Douro, sucessor do Instituto Politécnico de Vila Real, criado em 1973), que contribuiu para o aumento demográfico e revitalização da população. Nos últimos anos, foram criados em Vila Real vários equipamentos culturais, que trouxeram novo dinamismo à cidade, como o Teatro de Vila Real e o Conservatório de Música, e a transferência da Biblioteca Municipal e do Arquivo Municipal para edifícios específicos para esse fim. Foram também valorizadas várias áreas da cidade, como o antigo Bairro dos Ferreiros e a área envolvente do Rio Corgo. Actualmente, Vila Real vive uma fase de crescente desenvolvimento, a nível industrial, comercial e dos serviços, com relevo para a saúde, o ensino, o turismo, etc, apresentando-se como local de eleição para o investimento externo.

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