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sábado, 29 de janeiro de 2011

"Prioridade é a Educação" - diz Sócrates

O primeiro-ministro afirmou, este sábado, que a educação é «o grande projecto» para Portugal. «Aqui está o grande projecto nacional. Esta época vai ficar marcada pela aposta na educação», disse José Sócrates na inauguração da remodelação da Escola Secundária de Sá da Miranda, na sequência do projecto de modernização de escolas secundárias em todo o país, que prevê a requalificação de 313 estabelecimentos, num investimento de 2,9 mil milhões de euros. Este sábado foram reinauguradas 21 escolas, o que perfaz um total de 75 unidades remodeladas até agora, o que levou o chefe do Governo a concluir que esta é a «aposta maior na educação de que há memória». Sócrates recordou, ainda, os números recentemente divulgados pela OCDE que colocam Portugal no domínio da educação ao nível dos países desenvolvidos. «Este é o caminho do futuro. Este é o grande projecto que mobiliza o País», acrescentou. No âmbito do projecto de modernização das escolas secundárias, o primeiro-ministro anunciou também a quarta fase, que integra mais 90 escolas.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Cavaco Silva vai receber 2 milhões de euros

O presidente reeleito, Cavaco Silva, vai receber dois milhões de euros de subvenção estatal, na sequência das eleições presidenciais, somando a maior fatia do orçamento do Estado destinado àquelas eleições.  Já Manuel Alegre, segundo avança o Jornal de Notícias, vai receber cerca de 800 mil euros, quando tinha previsto receber 1,35 milhões de euros. A diferença é justificada pelos menos de 20 por cento de votos conquistados. Francisco Lopes irá receber 424 mil euros, menos cem mil do que o esperado. Nobre recebe 620 mil euros, dado ter angariado 14 por cento dos votos, quando apenas previa receber 130 mil euros. Ao todo, o Estado gastou cerca de quatro milhões de euros em subsídios atribuídos aos candidatos. De fora ficam Defensor Moura e José Manuel Coelho que não tiveram votos suficientes para terem direito a subvenção estatal (cinco por cento).

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Cavaco Silva, O Presidente dos Portugueses

Numa altura em que faltam apenas contabilizar os votos em 11 consulados espalhados no estrangeiro, Aníbal Cavaco Silva obteve 52.94% dos votos, garantindo, assim, a reeleição, à primeira volta, para o cargo de Presidente da República, não obstante ter perdido mais de 500 mil votos face às eleições de 2006. Outro grande vencedor das eleições deste domingo foi a abstenção, que atingiu um valor recorde em eleições presidencias: 53,37%, o que quer dizer que cerca de 5,1 milhões dos 9.629.630 eleitores optaram por ficar em casa. Também os votos brancos (4,26%) e nulos (1,93%) foram surpreendentes, somando perto de 280 mil votos. O grande derrotado destas eleições foi, claramente, Manuel Alegre que, apesar do apoio do PS e do Bloco de Esquerda, não foi além dos 19,75%, perdendo quase 300 mil votos face a 2006. Em terceiro lugar, surge Fernando Nobre, que, sem apoios partidários, conseguiu 14,1% que correspondem a mais de 590 mil votos. A seguir, Francisco Lopes obteve 7,14%, correspondentes a pouco mais de 300 mil votos, menos 167 mil do que conseguira, há cinco anos, Jerónimo de Sousa. Surpreendente foi a votação de José Manuel Coelho, que garantiu quase 190 mil votos, que corresponde a 4,5% dos votos expressos. De realçar que, na Madeira, Coelho foi o segundo candidato mais votado e conseguiu mesmo vencer no Funchal. Finalmente, surge Defensor Moura, com apenas 1,57%, que corresponde a pouco mais de 66 mil votos. Falta apurar o resultado em 11 dos 71 consulados e a repetição na próxima terça-feira nas freguesias que foram alvo de boicote, Vila Nova de Monsarros, Muro e Serpins.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Eleições Presidênciais em Portugal 2011

As eleições presidenciais em Portugal, marcadas para este Domingo, colocam frente a frente duas figuras emblemáticas da política nacional: Cavaco Silva, atual presidente apoiado pela direita, PSD e CDS-PP, e Manuel Alegre, candidato apoiado pelo Partido Socialista e Bloco de Esquerda. Na corrida presidencial participam ainda o candidato pela CDU, Francisco Lopes, José Manuel Coelho, candidato pelo PND-M, e os candidatos independentes Fernando Nobre (presidente da ONG Assistência Médica Internacional, AMI) e Defensor Moura. No sistema português, a figura do Presidente da República está imbuída de uma forte componente simbólica, cabe-lhe o direito de dissolver o parlamento, embora não tenha competências executivas. O presidente é ainda o Comandante Supremo das Forças Armadas, preside ao Conselho de Estado e tem poder de veto sobre várias matérias. A fim de se evitar uma segunda volta, o candidato vencedor terá que recolher mais de 50% das preferências de voto. As sondagens sugerem que a vantagem está do lado de Cavaco Silva, 71 anos de idade, economista de formação e com uma longa carreira política, incluindo duas maiorias absolutas consecutivas no Parlamento, em 1985 e 1991. Em 1996 candidatou-se à presidência mas perdeu frente ao candidato socialista, Jorge Sampaio. Durante os dez anos seguintes dedicou-se à vida académica e em 2006 reapareceu na cena política como candidato independente vencendo logo à primeira volta. Foi nesta altura que Cavaco Silva iniciou a sua cooperação estratégica com o Executivo liderado pelo socialista José Sócrates. As legislativas de 2009 marcam um ponto baixo nas relações entre a Presidência e o executivo. A re-eleição de José Sócrates, agora sem maioria absoluta, obrigou ao estreitar das relações com a Presidência e oposição. Enquanto Presidente, Cavaco Silva sublinhou sempre o seu papel moderador entre as forças políticas. Longe de assumir a presidência como um cargo cerimonial, Cavaco Silva recorreu mais de uma dezena de vezes ao poder de veto. Áreas como a pluralidade da comunicação social, família e o estatuto político-administrativo dos Açores são apenas alguns exemplos. No centro do debate em torno destas eleições está a crise económica e financeira que o país atravessa e que poderá levar Portugal a recorrer aos fundos europeus. Para José Sócrates, o desafio é reduzir a dívida pública de 7,3% em 2010 para 4,6 em 2011.

sábado, 22 de janeiro de 2011

6º Candidato - José Manuel Coelho

José Manuel da Mata Vieira Coelho nasceu em Gaula, Santa Cruz na Ilha da Madeira a 22 de Julho de 1952 e é um político e deputado pelo PND à Assembleia Regional da Madeira. Foi o candidato surpresa às Presidência da república nas presidenciais de 2011. José Manuel Coelho apesar de ter sido militante do PCP até 1999, e de ainda se considerar comunista, decidiu integrar as listas do PND para as eleições da Região Autónoma da Madeira a 6 de Maio de 2007. Para surpresa geral, o PND consegue eleger um deputado, Baltasar Aguiar. Durante a visita à Madeira do Presidente da República, Cavaco Silva, o Presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim chamou aos deputados da oposição da Assembleia Legislativa da Madeira de "bando de loucos" e ao deputado do PND de "fascista". Perante estas palavra o deputado do PND decidiu suspender o seu mandato e assim a 5 de Maio de 2008, José Manuel Coelho tomou o seu lugar. Desde aí o deputado da Nova Democracia tem-se tornado o deputado com mais visibilidade a nível nacional. Desde o início do actual regime autonómico nunca houve um deputado que usasse a mesma arma que Jardim, precisamente o populismo. José Manuel Coelho já foi uma vez julgado em tribunal pelo crime de difamação do ex-autarca de Santa Cruz e agora deputado do PSD-M, Savino Correia, por esse crime cumpriu trabalho comunitário. Com os seus discursos politicamente incorrectos tem obrigado o PSD-M a tomar medidas ilegais na Assembleia Legislativa Regional para o fazer calar. Tem levado várias vezes um relógio de parede ao pescoço para protestar contra o alteração do Regimento, chegando a propor uma estátua para Alberto João Jardim. O ponto mais polémico do seu mandato sucedeu em 5 de Novembro de 2008, quando, como forma de protesto contra o facto do parlamento regional nunca ter comemorado o 25 de Abril, apresentou ao plenário uma bandeira nazi, que ofereceu ao líder parlamentar Jaime Ramos. A bancada parlamentar do PSD, como forma de protesto, votou a suspensão do seu mandato. No dia seguinte, 6 de Novembro 2008, Coelho seria impedido pelos seguranças privados da Assembleia Legislativa de entrar na Assembleia. Estes acontecimentos insólitos fizeram com que tivesse uma enorme visibilidade no país inteiro, sendo abertura de todos os telejornais. Perante a situação vivida à entrada da ALRAM, o deputados da Assembleia da República interromperam a discussão do Orçamento de Estado 2009 para discutir a democracia na Madeira. Devido à inconstitucionalidade do acto, Coelho regressaria depois ao parlamento regional. Em 30 de Dezembro de 2010, apresentou a sua candidatura à Presidência da República, com o apoio do PND. Durante a campanha utilizou os tempos de antena para chamar a atenção da opinião pública para a repressão política na Madeira, o caciquismo do poder local em geral, e até para as circunstâncias comprometedoras da aquisição pelo PR Cavaco Silva da sua casa de férias no Algarve.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

5º Candidato - Defensor Moura

Defensor Oliveira Moura nasceu em Viana do Castelo a 2 de Setembro de 1945 é um médico e político português. Foi Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e é um dos candidatos independentes às eleições presidenciais em Portugal em 2011.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

4º Candidato - Fernando Nobre

Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre nasceu em Luanda, Angola em 1951e é um médico português. Viveu em Angola até 1964, e na República Democrática do Congo, até 1967. Nesse ano mudou-se para a Bélgica, onde se licenciou e doutorou em Medicina, na Universidade Livre de Bruxelas, onde foi assistente das disciplinas de Anatomia e Embriologia. Exerceu também funções no Serviço de Cirurgia Geral e Urologia do Hospital Universitário de Bruxelas. Depois de ter sido administrador dos Médicos Sem Fronteiras, na Bélgica, veio a fundar a Assistência Médica Internacional. Através dessa organização não-governamental, de que é presidente, participou como cirurgião em mais de duzentas e cinquenta missões de estudo, coordenação e assistência humanitária em mais de setenta países de todos os continentes. Dentro da sua actividade social integra o Conselho Geral da Universidade de Lisboa, é presidente da Assembleia-Geral do Instituto da Democracia Portuguesa, é patrono da Fundação Burgher Portugal, no Sri Lanka, da APARECE - Instituição de Apoio a Adolescentes em Risco e da Fundação As Crianças são o nosso Futuro, na Ucrânia, vogal do Conselho Fiscal do CAVITOP - Centro de Apoio a Vítimas de Tortura, membro da da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Comissão de Honra de Homenagem a João XXI. Em 2010 apresentou-se como candidato à Presidência da República, para as eleições de 2011. Anteriormente já tinha participado numa convenção do PSD (2002), foi membro da Comissão de Honra e da Comissão Política da candidatura de Mário Soares à Presidência da República (2006), mandatário nacional do Bloco de Esquerda nas eleições europeias de 2009 e membro da Comissão de Honra da candidatura de António Capucho ao Município de Cascais (2009).

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